propusemos um desafio às crianças: fazer a caça ao doce (estavam bem escondidos no jardim, atrás dos arbustos, no meio dos pneus ou dentro da casinha do recreio).
Organizámos quatro equipas e... partida, largada, fugida! Vamos lá torcer pela equipa de cada sala.
Depois, os doces foram distribuídos por todos.
Foi mesmo uma festa!
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Padrões e mais padrões!
As crianças da Sala Encarnada aproveitaram esta época para se divertirem a fazer composições de cores em padrões diversos.
Estão bem giros!
Estão bem giros!
O Carnaval na Sala Encarnada
foi super colorido!
As crianças construíram dois palhaços bem grandes: a Tristoleta e o Risoleto... ou seria ao contrário? A Risoleta e o Tristoleto... ai, ai... estou um pouco confusa...
As crianças construíram dois palhaços bem grandes: a Tristoleta e o Risoleto... ou seria ao contrário? A Risoleta e o Tristoleto... ai, ai... estou um pouco confusa...
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Na nossa sala
continuamos em modo Carnaval, mas sem nos desligarmos do nosso projeto. Foi por isso que construímos uma máscara gigante, com muitos cartões de texturas e tonalidades diferentes. Ficou assim!
As crianças chamaram-no de Grande Chefe Pé-de-Salsa.
As crianças chamaram-no de Grande Chefe Pé-de-Salsa.
Quarta-feira é dia de
lengalenga colorida!
Desta vez, quem veio à nossa sala trazer novidades foram os amigos da Sala Amarela.
O tema era mesmo adequado: Carnaval. Ou melhor, um desfile de Carnaval cheio de disfarces que saíam, como que por magia, de dentro de uma cartola!
Ficámos, ainda, a conhecer qual tinha sido a lengalenga que a Sala Azul tinha adicionado ao projeto. E cá está! Em forma de puzzle e com muitos animais que "dançavam em modo" B.
Desta vez, quem veio à nossa sala trazer novidades foram os amigos da Sala Amarela.
O tema era mesmo adequado: Carnaval. Ou melhor, um desfile de Carnaval cheio de disfarces que saíam, como que por magia, de dentro de uma cartola!
Ficámos, ainda, a conhecer qual tinha sido a lengalenga que a Sala Azul tinha adicionado ao projeto. E cá está! Em forma de puzzle e com muitos animais que "dançavam em modo" B.
sábado, 25 de fevereiro de 2017
Na passada terça-feira
tivemos visitas.
A Proteção Civil veio à nossa escola fazer uma sessão de sensibilização acerca dos acidentes que podem acontecer na escola ou em casa.
A Proteção Civil veio à nossa escola fazer uma sessão de sensibilização acerca dos acidentes que podem acontecer na escola ou em casa.
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Após um fim de semana
em casa de uma das crianças, a tartaruga Vitorino foi para a Sala Azul, acompanhada de um álbum de viagens que pretende ser mais um recurso de aprendizagens (histórias, canções, lengalengas...) e relatos acerca da nossa mascote.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Por acaso,
neste mesmo dia, o Gustavo F. trouxe uma pedra que pintou em casa dos avós no dia anterior.
"Andei a semear cebolas e encontrei uma pedra que pintei com animais", disse, muito entusiasmado.
Foi mesmo uma coincidência! Porque o Gustavo nem sabia o que ia acontecer, dado que tinha faltado... Existem mesmo histórias que cabem dentro de outras, não é?
(Quando olho para esta pedra, faz-me lembrar outra coisa interessante e outras possibilidades... mas isso fica para depois.)
"Bichos e Rabiscos"
é o nome do atelier de arte rupestre que tivemos na nossa escola, na passada sexta-feira.
A Marta, a arqueóloga do Museu Municipal Professor Raul de Almeida, trouxe-nos uma história verdadeira sobre os primórdios da arte.
Explicou que, há muitos, muitos anos atrás os homens que ainda não dispunham de um código de escrita, comunicavam através de desenhos realizados nas paredes.
Pintavam com tinta feita a partir de carvão, a partir de terra (de vários tipos, com tonalidades diferentes) ou com sangue dos animais. E pintavam figuras representativas daquilo que conheciam: pessoas e animais.
Depois, propôs às crianças que pintassem, como os homens pintavam naquela época, animais e pessoas.
As crianças adoraram e fizeram coisas muito interessantes.
A Marta, a arqueóloga do Museu Municipal Professor Raul de Almeida, trouxe-nos uma história verdadeira sobre os primórdios da arte.
Explicou que, há muitos, muitos anos atrás os homens que ainda não dispunham de um código de escrita, comunicavam através de desenhos realizados nas paredes.
Pintavam com tinta feita a partir de carvão, a partir de terra (de vários tipos, com tonalidades diferentes) ou com sangue dos animais. E pintavam figuras representativas daquilo que conheciam: pessoas e animais.
As crianças adoraram e fizeram coisas muito interessantes.
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domingo, 19 de fevereiro de 2017
Gostam de desafios?
Nós também!
Foi por este motivo que propus aos pais que construíssem com as crianças um TIPI, isto é, uma casa de índios.
Já temos uma exposição muito diversificada e criativa. Vejam!
Está o máximo, não está?
Um enorme bem haja aos pais que contribuíram de forma tão empenhada.
Foi por este motivo que propus aos pais que construíssem com as crianças um TIPI, isto é, uma casa de índios.
Já temos uma exposição muito diversificada e criativa. Vejam!
Está o máximo, não está?
Um enorme bem haja aos pais que contribuíram de forma tão empenhada.
Às vezes,
somos surpreendidos com visitas inesperadas.
Desta vez, foi uma tartaruga que decidiu procurar uma nova casa para morar. Foi encontrada por uma das assistentes da nossa escola, bem perto do portão.
E nós adotámo-la!
Verificámos duas coisas nestes dois dias que esteve na nossa sala:
- que é um "rapaz" (um macho), porque tem uma concavidade na parte de baixo da carapaça perto da zona da cabeça;
- que não gosta de barulho ou de agitação (esconde-se dentro da carapaça sempre que alguém se aproxima ou se falarem alto).
As crianças já sabem que:
Nas pesquisas que efetuámos, descobrimos que:
Desta vez, foi uma tartaruga que decidiu procurar uma nova casa para morar. Foi encontrada por uma das assistentes da nossa escola, bem perto do portão.
E nós adotámo-la!
Verificámos duas coisas nestes dois dias que esteve na nossa sala:
- que é um "rapaz" (um macho), porque tem uma concavidade na parte de baixo da carapaça perto da zona da cabeça;
- que não gosta de barulho ou de agitação (esconde-se dentro da carapaça sempre que alguém se aproxima ou se falarem alto).
As crianças já sabem que:
- comem camarão (Jorge B. e Daniel I.)
- gostam de viver ao pé da praia (Carminho S. e Rodrigo P.)
- vivem numa carapaça (Tiago F.)
- a carapaça serve para se esconderem (Carminho S.)
- enterram os ovos das tartarugas bebés até nascerem (Beatriz M.)
- andam devagarinho (Gustavo F.)
- são pesadas (Ricardo S.)
- vivem no mar (Ana S.)
Nas pesquisas que efetuámos, descobrimos que:
- podem viver 50 ou 60 anos (por vezes, até ultrapassam os cem anos);
- põem os ovos na primavera;
- devem ser alimentadas de manhã, sempre à mesma hora, porque são animais que gostam de rotinas;
- gostam de variadíssimas coisas, mas apreciam fruta (lavada e descascada) e vegetais;
- caso não tenham apetite, devemos dar-lhe comida de cor amarela, vermelha ou laranja (por serem de cor atrativa);
- gostam de apanhar sol;
- se ficar com uma cor cinzenta ou com a pele vermelha ou, ainda, com a carapaça mole, significa que está doente;
- a carapaça é feita de osso e unha (camada inferior e superior, respetivamente)
Finalmente, descobrimos que se trata de uma espécie chamada lepidochelys olivacea e cujo nome comum é tartaruga oliva.
Mas, o seu nome ficou a ser VITORINO, por sugestão das crianças!
domingo, 12 de fevereiro de 2017
A Ana França
também veio à Sala Encarnada. Contou a história "Papá, por favor, apanha-me a lua".
As crianças têm andado a explorar os temas "lunáticos" e mostram o resultado de muito trabalho de equipa.
As crianças têm andado a explorar os temas "lunáticos" e mostram o resultado de muito trabalho de equipa.
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A educadora Susana
explicou alguns detalhes da realização do trabalho sobre o "O sonho de Mateus".
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Os trabalhos coletivos
são fantásticos pela riqueza da participação: contêm um bocadinho de cada um e, por isso mesmo, são valiosos.
Nesta imagem apresenta-se uma coleção de frisos (ainda por terminar) realizada com colagens - pelas crianças mais novas -, e com pintura - pelos mais crescidos.
Um resultado interessante, não concordam?
Nesta imagem apresenta-se uma coleção de frisos (ainda por terminar) realizada com colagens - pelas crianças mais novas -, e com pintura - pelos mais crescidos.
E, agora (15 de fevereiro), a manta concluída:
No panorama artístico
as crianças são incríveis a retratar índios.
Apenas alguns exemplares de quem se queixava não saber desenhar nada acerca do tema...
Mas, a curiosidade é muita. Foi por isso que registámos tudo o que as crianças sabiam e, também, tudo o que querem saber. Aqui está
Apenas alguns exemplares de quem se queixava não saber desenhar nada acerca do tema...
Mas, a curiosidade é muita. Foi por isso que registámos tudo o que as crianças sabiam e, também, tudo o que querem saber. Aqui está
Aquilo que mais assusta
qualquer um de nós é ter inquilinos indesejados na nossa cabeça.
Nós aproveitámos para ver este minúsculo bicharoco com uma lupa, depois de ter sido apanhado em flagrante a invadir um "sótão" alheio.
Continua em laboratório, para mais experiências. Logo que concluirmos a nossa investigação, mostraremos os resultados.
Nós aproveitámos para ver este minúsculo bicharoco com uma lupa, depois de ter sido apanhado em flagrante a invadir um "sótão" alheio.
Continua em laboratório, para mais experiências. Logo que concluirmos a nossa investigação, mostraremos os resultados.
Sabem o que é um TOTEM?
É um símbolo que caracteriza alguém ou uma tribo inteira.
O nosso ficou assim:
Tem um elemento de cada criança e foi organizado matematicamente, com simetria de cores (após alguns "ensaios" de contagens e comparações).
O nosso ficou assim:
Tem um elemento de cada criança e foi organizado matematicamente, com simetria de cores (após alguns "ensaios" de contagens e comparações).
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Na terça-feira
ouvimos mais uma história trazida pela Ana França expressamente para a Sala Verde. A história "Os brincos de penas", de Maria Teresa Maia Gonzalez é uma história de índios, de amizade e de sabedoria.
A partir daqui, só nos resta entrar nesta aventura!
Bem hajas, Ana! Foi uma manhã muito engraçada.
A partir daqui, só nos resta entrar nesta aventura!
Bem hajas, Ana! Foi uma manhã muito engraçada.
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